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	<title>PSE – Produtos e Serviços de Estatística, Lda &#187; pse</title>
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	<description>Produtos e Serviços de Estatística, Lda</description>
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		<title>Personalidades Digitais no Facebook (Estudo PSE)</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 16:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Slide Show]]></category>
		<category><![CDATA[Perfis no Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidades digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Personas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais e digitais]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhece as personas digitais chamadas de Influencer, Voyeur, Informer, Cool &#038; Happy, Hater, Sleepless, Brand Lover, Insight Seeker, Debater, Prime Time Follower, Digital Customer, Motorhead, Adventurer, Fast, Bargain Hunter, Travelers, Life Styler, Loyal Participant, Oberver e Industry Follower?   SABE O QUE DEFINE CADA UMA DELAS?]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo ‘Personalidades digitais no Facebook’ identifica 20 tipologias de consumidores digitais (personas), analisa as suas caraterísticas e descreve como interagem com as páginas no Facebook de várias marcas distribuídas por 8 setores de atividade.</p>
<h3><a href="http://www.pse.pt/wp-content/uploads/2018/09/Flyer-Estudo-Personalidades-Digitais.pdf">Flyer Estudo Personalidades Digitais</a></h3>
<p>Contém informação única que lhe permite conhecer como é que a sua marca e as dos seus concorrentes são percecionadas pelos utilizadores do Facebook, nomeadamente:</p>
<ul>
<li>Qual o perfil dos visitantes em cada janela horária;</li>
<li>Como interagem;</li>
<li>Quais os sentimentos que demonstram;</li>
<li>O que falam nos seus comentários;</li>
<li>Como influenciam.</li>
</ul>
<p>Com a evolução do digital é cada vez mais importante efetuar uma comunicação direcionada de acordo com os perfis dos seus seguidores. A comunicação no Facebook é uma excelente ferramenta para criar valor aos clientes e criar <em>engagement</em>, levando ao aumento das vendas da marca. No entanto, caso essa comunicação seja mal efetuada poderá ter um impacto negativo na sua marca afastando os seus seguidores e potenciais clientes!</p>
<p><strong>Ouvimos as conversas no Facebook durante 1 ano de mais de 670 mil seguidores de mais de 360 marcas de 8 setores de atividade </strong><strong>(Automóvel, Banca, Media, Retalho, Saúde, Seguros, Transportes e Turismo) e foram analisados e classificados mais de 1 milhão e meio de comentários</strong>!</p>
<p>O relatório global do estudo ‘Personalidades digitais no Facebook’ é comercializado pela PSE sob a forma de livro digital (ebook).</p>
<p>Tem um preço de EUR 900,00 + IVA.</p>
<p>Contacte-nos e faça a sua encomenda. Far-lhe-emos chegar um link exclusivo de acesso ao relatório.</p>
<p><strong>Adquira-o já, ganhe vantagens competitivas e otimize os seus investimentos.</strong></p>
<p>Se quiser identificar os seguidores da sua marca, solicite-nos a elaboração de um relatório individual.</p>
<p>Com este relatório detalhado identifica-se quem são as <em>Personas</em> que seguem a marca; quem são os seguidores fiéis, os especializados ou os diversificados; quem são os seguidores mais influentes e com maior alcance perante outros seguidores.</p>
<p>Com o relatório individual fica também a conhecer em que outras áreas, marcas e/ou páginas o seu seguidor também se interessa, tendo interagido!</p>
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		<title>A alteração de padrões de mobilidade</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 16:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos de localização]]></category>
		<category><![CDATA[Geomarketing]]></category>
		<category><![CDATA[impacto da escolha de localização]]></category>
		<category><![CDATA[PSE Location Services]]></category>

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		<description><![CDATA[Se por um lado a escolha da localização pode constituir uma vantagem competitiva, também é verdade que a decisão de localização de alguns negócios tem o poder de criar novas centralidades e alterar comportamentos da população. É assim com a localização de novos hospitais ou unidades de saúde, polos industriais, centros comerciais, etc.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A localização é fundamental para qualquer negócio. A localização certa pode determinar o sucesso ou insucesso de uma qualquer unidade.</p>
<p>No caso do retalho, a escolha da localização é ainda mais crítica! Qualquer negócio quer estar o mais próximo possível da procura, e com isso ganhar uma vantagem competitiva.</p>
<p>Mas se por um lado a escolha da localização pode constituir uma vantagem competitiva, também é verdade que a decisão de localização de alguns negócios tem o poder de criar novas centralidades e alterar comportamentos da população. É assim com a localização de novos hospitais ou unidades de saúde, polos industriais, centros comerciais, etc.</p>
<p>A 30 de Março de 2017 foi inaugurada a nova unidade IKEA de Loulé.</p>
<p>A abertura duma unidade com a configuração da loja IKEA, para além da própria atratividade inerente ao negócio, envolve investimentos e desenvolvimentos de vias e acessos na área de influência.</p>
<p><strong>Qual o impacto desta abertura na mobilidade?</strong></p>
<p>Para percebermos de forma sumária este impacto, fomos analisar o tráfego automóvel num raio de 3km da nova loja em dois períodos: o primeiro trimestre de 2017 (antes da abertura), e o primeiro trimestre de 2018 (já este ano, praticamente com um ano de atividade da loja).</p>
<p>Recorrendo aos dados estatísticos de tráfego automóvel TomTom, um primeiro impacto foi o aumento de tráfego. Do primeiro trimestre de 2017 para o primeiro trimestre de 2018 o tráfego automóvel aumentou 61%, significando cerca de mais 15.700 veículos diários em média nesta área de influência com um raio de 3km.</p>
<p>Nas imediações (cerca de 1km) da Loja, o IC4 aumentou o seu tráfego em 34% (mais 2300 veículos por dia), enquanto a Via do Infante de Sagres teve uma diminuição de cerca de 10% (menos 1050 veículos por dia).</p>
<p>Todavia, o aumento de tráfego não foi o maior impacto! O maior impacto foi a profunda e significativa alteração do padrão de mobilidade!</p>
<p>Efetivamente, não foi nas principais vias que se viu o maior crescimento, mas sim no ganho de importância de vias que em 2017 tinham um peso pouco relevante ou negligenciável na mobilidade e no tráfego da zona.</p>
<p>Vias como a Variante São Lourenço-Troto ou a EN125-4 mais do que duplicaram a procura de tráfego. Em oposição, a EN530-3 perdeu cerca de 32% do tráfego. Esta alteração de tráfego resultou num saldo de mais de 2000 veículos por dia.</p>
<p>Mais relevante ainda é o facto da criação desta nova centralidade fazer emergir vias como a Estrada do Matadouro, a EM521-1 ou o Caminho dos Eucaliptos, que de vias inexistentes ou insignificantes em 2017 passaram a figurar no top 10 de vias da zona.</p>
<p>Com a abertura da loja, as alterações são significativas tanto a nível de tráfego como a nível do padrão de mobilidade. Gostava de saber o impacto da sua loja na mobilidade? Contacte-nos</p>
<p><strong>Fonte:</strong> TomTom Global Content B.V., dados de tráfego automóvel raio 3km IKEA Loulé, Q1-2017,Q1-2018.</p>
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		<title>Qual é o melhor dia para viajar &#8211; 31 de Julho ou 1 de Agosto?</title>
		<link>http://www.pse.pt/qual-e-o-melhor-dia-para-viajar-31-de-julho-ou-1-de-agosto/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 14:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[análise de tráfego automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[comportamentos de deslocação]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O mês de Agosto sempre foi por excelência um mês de férias. Com o início das férias, qual o melhor dia para viajar? 31 de Julho ou 1 de Agosto? Para perceber o comportamento nestes dias, fomos analisar 3 das principais saídas e entradas em Lisboa nestes dias: a A1, a Ponte Vasco da Gama [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de Agosto sempre foi por excelência um mês de férias. Com o início das férias, qual o melhor dia para viajar? 31 de Julho ou 1 de Agosto?</p>
<p>Para perceber o comportamento nestes dias, fomos analisar 3 das principais saídas e entradas em Lisboa nestes dias: a A1, a Ponte Vasco da Gama e a Ponte 25 de Abril.</p>
<h2>O fim das férias!</h2>
<p>Analisando em primeiro lugar as entradas em Lisboa, das 3 vias, a principal via de entradas e saídas de Lisboa é a Ponte 25 de Abril. Nesta via entraram e saíram mais de 80 mil veículos em cada um dos dias. Foi esta a via que verificou maior diferença de entradas em Lisboa no dia 31 face a 1 de Agosto. No caso, no dia 31 de Julho entraram em Lisboa pela 25 de Abril mais 3.158 veículos do que no dia 1 de Agosto (mais 4%). Nas restantes vias não se verificaram diferenças significativas nas entradas em Lisboa nestes dois dias.</p>
<h2>O início das férias!</h2>
<p>Mas Agosto é muito mais um mês de início de férias do que de fim de férias! Nesse sentido, esperar-se-á um maior volume de saídas do que entradas em Lisboa!</p>
<p>No caso das saídas de Lisboa, na 25 de Abril não se verificaram diferenças entre o dia 31 e o dia 1 de Agosto de 2018. Se no dia 31 de Julho saíram cerca de 81.737 veículos, no dia 1 de Agosto saíram 81.447. Uma diferença negligenciável. De idêntica forma, as diferenças de saídas de Lisboa pela A1 também foram modestas: no dia 1 de Agosto saíram mais 1.447 (mais 3%) do que no dia 31 de Julho.<strong>A grande diferença comportamental nestes dois dias verificou-se na Vasco da Gama</strong>! No dia 1 de Agosto saíram de Lisboa mais 9.500 veículos (mais 20%) do que no dia 31 Julho! Se compararmos as saídas de Lisboa no dia 1 de Agosto face a um dia normal (face à média diária anual), é também nesta ponte que vemos a maior diferença &#8211; na Vasco da Gama no dia 1 de Agosto as saídas são quase o dobro de um dia normal (mais 94%), na 25 de Abril mais 43%, e na A1 mais 36%.</p>
<p>Claramente, Agosto continua a ser um mês de férias, e os destinos a Sul continuam a marcar a preferência dos Lisboetas. Ainda assim, para quem começa as férias a 1 de Agosto, qual é o melhor dia para viajar? O 31 de Julho…</p>
<p><strong>Fonte:</strong> TomTom Global Content B.V., dados de tráfego automóvel A1, Ponte 25 de Abril, Ponte Vasco da Gama, 31 de Julho e 1 de Agosto de 2018.</p>
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		<title>Obras na 2ª Circular em Lisboa</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 14:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[análise de tráfego automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tráfego automóvel]]></category>

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		<description><![CDATA[A 2ª Circular é um dos principais eixos viários de Lisboa No dia 10 de Julho de 2018 iniciaram-se obras na rede de abastecimento de águas que segundo a EPAL poderiam provocar “fortes condicionamentos no trânsito na 2ª circular entre a Escola Alemã e a Estrada da Luz”. Para percebermos o impacto desta intervenção, fomos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 2ª Circular é um dos principais eixos viários de Lisboa No dia 10 de Julho de 2018 iniciaram-se obras na rede de abastecimento de águas que segundo a EPAL poderiam provocar “<a href="https://www.epal.pt/EPAL/menu/legal/notícias/2018/07/07/comunicado-informação-de-trânsito---obras-da-epal-condicionam-trânsito-na-2ª-circular-a-partir-de-10-de-julho">fortes condicionamentos no trânsito na 2ª circular entre a Escola Alemã e a Estrada da Luz</a>”.</p>
<p>Para percebermos o impacto desta intervenção, fomos analisar o tráfego da segunda circular nos dias de Junho e Julho de 2018.</p>
<p><strong>O tráfego médio diário não variou significativamente olhando para toda a extensão da 2ª Circular</strong>. Se em Junho foram observados cerca de 107.320 veículos, em Julho foram observados 106.453. A circulação não variou significativamente olhando para este eixo viário na sua totalidade. Nem em termos de velocidade média, nem em termos de deslocação.</p>
<p>Efectivamente, e tal como previsto inicialmente pela EPAL, <strong>o principal impacto verificado em Julho foi no sentido Aeroporto-Pina Manique</strong>, e no segmento entre o Campo Grande e a saída para o Eixo Norte-Sul. Neste caso, as obras tiveram três impactos significativos: a diminuição de tráfego médio diário (menos 23% de veículos em Julho neste segmento); a redução da velocidade média em 54% (de 55.3 km/h em Junho para 25.4 km/h em Julho); e um aumento de mais do dobro do tempo para percorrer este segmento (mais 118% de tempo).</p>
<p>Se é verdade que sendo um segmento de cerca de 2 km de extensão o impacto no tempo são alguns minutos, por outro lado é importante referir que a velocidade média é diária, isto é, a média para diferentes horas do dia. Existem obviamente horas de maior impacto no tráfego automóvel. Gostaria de saber mais? Contacte-nos.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> TomTom Global Content B.V., dados de tráfego automóvel sublanço 2ª circular, Junho e Julho de 2018.</p>
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		<title>Obras na A1 entre Sacavém e Alverca</title>
		<link>http://www.pse.pt/obras-na-a1-entre-sacavem-e-alverca/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 14:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[análise de tráfego automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[Dados de tráfego]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A manutenção das estradas é fundamental para a segurança dos utentes. Nos sublanços Sacavém-Alverca e Alverca-Vila Franca de Xira da A1, a Brisa iniciou obras de requalificação do separador central no dia 28 de Maio de 2018. Tratam-se de obras que visam melhorar as condições de circulação na Autoestrada do Norte e que têm um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A manutenção das estradas é fundamental para a segurança dos utentes.<br />
Nos sublanços Sacavém-Alverca e Alverca-Vila Franca de Xira da A1, a Brisa iniciou obras de requalificação do separador central no dia 28 de Maio de 2018. Tratam-se de obras que visam melhorar as condições de circulação na Autoestrada do Norte e que têm um investimento de cerca de 800 mil euros segundo a concessionária.</p>
<p>Esta intervenção implica o corte da faixa esquerda de rodagem em alguns troços e será realizada em laboração contínua para minimizar o impacto no tráfego e aumentar a segurança rodoviária, como pode ser confirmado pelo comunicado da Brisa de 23 de Maio. Sendo um “mal” necessário e nunca sendo consensual a altura ideal para a realização destas intervenções, que impacto tiveram até ao momento estas obras num dos principais eixos viários de entrada e saída da cidade de Lisboa a norte?</p>
<p>Através dos dados de tráfego automóvel TomTom fomos analisar este impacto.</p>
<p><strong>O impacto das obras na A1</strong></p>
<p>Que a A1 é um dos principais eixos de entrada e saída da cidade de Lisboa não é novidade. Só durante o mês de Maio de 2018 o Tráfego Médio Diário (TMD) estimado no sublanço Sacavém-Alverca foi de cerca de 49.823 veículos em cada sentido, o que constitui uma média 2.076 veículos por hora em cada sentido.</p>
<p>Como as obras tiveram início a 28 de Maio, fomos comparar os meses de Maio e Junho de 2018 e o respetivo impacto na circulação e na experiência dos automobilistas. Se no total das diferentes horas do dia não se verificaram diferenças significativas (porque há diferentes fluxos de tráfego nas diferentes horas do dia), foi no período das 18:00 às 20:00 que se fizeram sentir os maiores impactos &#8211; Efetivamente, neste período de duas horas, a procura de tráfego na A1 praticamente duplica para cerca de 3.927 veículos por hora em cada sentido no mês de Junho.</p>
<p>O primeiro impacto que as obras tiveram foi a diminuição de tráfego.</p>
<p>Se em termos de procura global diária a procura de tráfego diminuiu cerca de 4% face a Maio, no período das 18:00 às 20:00 as obras desviaram os automobilistas tendo sido verificada uma diminuição de 13% do tráfego. Neste horário, para fazer o percurso integral de Sacavém a Alverca (cerca de 14 km), o tempo de deslocação aumentou em média 22% face a Maio (mais 2 minutos face aos cerca de 9 minutos de Maio) e a velocidade média de circulação diminuiu 18% (para 74.7 km/hora face aos 91 km/h de Maio). Não são estes tempos integrais que poderão ter criado a sensação de demora nos automobilistas.</p>
<p>Nesta primeira fase, as obras centraram-se na zona entre Santa Iria de Azóia e Alverca. Foi exatamente no segmento de 3 km, que antecedeu o local desta primeira fase de obras, que se identificaram diferenças estatisticamente significativas.</p>
<p>Se os automobilistas conseguiam percorrer este troço em Maio a uma velocidade média de 97.7 Km/h no período das 18:00 às 20:00, em Junho a velocidade média teve uma diminuição de 43% para 55.7 Km/h. Esta diminuição de velocidade fez o tempo de deslocação aumentar 75% para percorrer estes 3 km. Se em média os automobilistas demoravam cerca de 1’46’’ a percorrê-lo, em média o tempo de deslocação para este mesmo segmento neste período horário das 18 às 20 passou a ser de 3´08’’. A noção que temos de tempo é relativa &#8211; 3 minutos na autoestrada são diferentes de 3 minutos dentro da cidade. Numa via com as caraterísticas da A1 foram estes cerca de 3km, onde em média por dia o tempo de deslocação aumentou cerca de 75% e a velocidade quase se reduziu a metade, que pode ter criado uma sensação de maior impaciência aos automobilistas.</p>
<p>Naturalmente que estes impactos foram diferentes nas diferentes semanas, nos diferentes dias da semana e nas diferentes horas e minutos do dia. Gostaria de saber mais? Contacte-nos.</p>
<p>Fonte: TomTom Global Content B.V., dados de tráfego automóvel sublanço Sacavém-Alverca, Maio e Junho de 2018.</p>
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		<title>Retrato Digital das PME Portuguesas 2018</title>
		<link>http://www.pse.pt/retrato-digital-das-pme-portuguesas-2018/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jul 2018 10:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Slide Show]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia digital]]></category>
		<category><![CDATA[maturidade digital]]></category>
		<category><![CDATA[pme]]></category>
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		<category><![CDATA[retrato digital]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo online tornou-se cada vez maior e esta expansão veio permitir a chegada de uma revolução na comunicação. Será que as PME portuguesas estão ‘on’? ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3>Uma em cada quatro PME nacional não apresenta uma estratégia digital</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lisboa, 10 de julho de 2018</strong> &#8211; Estão as PME portuguesas ‘on’? A pergunta foi feita pela PSE que, com base na análise de uma ‘selfie’ do tecido empresarial português, que retrata a perceção que os próprios gestores e técnicos têm do desenvolvimento digital das suas organizações, confirma: as PME estão a perder muitas das vantagens que a economia digital tem para oferecer. Numa sociedade definida pela revolução na comunicação, que alterou o modo de vida das pessoas, e consequentemente, a forma de trabalhar das empresas, uma em cada quatro (26%) PMEs nacionais não apresenta uma estratégia digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Realizado entre os meses de março e abril de 2018 junto de diretores, quadros superiores e técnicos de 1.508 PME de seis grandes setores de atividade, 44% das quais com menos de 10 trabalhadores, verificou-se que uma em cada quatro (26%) empresas não apresenta uma estratégia digital; 37% são principiantes, ou seja, fazem alguma comunicação para divulgação de eventos ou produtos de forma não organizada ou sistemática; 16% não vão além do estado elementar (têm consciência do potencial digital e social, mas têm dificuldade na realização de campanhas, muito por falta de pessoal especializado); 10% encontram-se no estado intermédio (usam um leque mais alargado de canais) e apenas 6% se situam no estado avançado, com menos ainda, 5%, numa fase proficiente, ou seja, com tecnologias sociais e digitais integradas nos processos de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O domínio do e-mail</strong><br />
Inquiridas sobre os canais digitais mais usados, a esmagadora maioria (91%) elege o e-mail, usado diariamente ou semanalmente para atividades de marketing. Uma também maioria (62%) nunca usou o Instagram, 73% não utilizam o Twitter e 55% nunca usaram o YouTube.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao todo, 80% das PME encontram-se nos graus mais baixos de maturidade na utilização de canais sociais e digitais, tendo como objetivos a divulgação através de e-mail, o uso do website como uma montra e aumentar a presença e visibilidade. O que se traduz na utilização ineficiente de canais, em ações esporádicas e não-sistemáticas de comunicação de eventos ou produtos, sem grandes objetivos de negócio e sem uma medição. Para as restantes (20%), a minoria, estes meios servem para potenciar a rede e crescer, potenciar comercialmente canais digitais e sociais, assim como integrar a tecnologia na organização, interna e externamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem todos os setores de atividade são iguais. Agricultura e pescas (2%), construção (8%) e indústria e energia (29%) são os setores onde é menor a maturidade digital. No reverso da medalha encontram-se o setor dos serviços (35%), comércio (23%) e outros (2%), este último composto por empresas da área da saúde, TI, software, eletrónica, telecomunicações, educação, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">O tamanho das empresas é também aqui importante. De facto, este retrato permite confirmar que as PME com maior número de empregados têm um nível de maturidade superior, isto porque apresentam melhor performance essencialmente em duas dimensões: nos recursos humanos e na análise.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Relatório Global</strong> deste estudo está comercialmente disponível por contacto com a PSE através do endereço <a href="mailto:transformbyanalytics@pse.pt">transformbyanalytics@pse.pt</a> </p>
<p style="text-align: justify;">A PSE – Produtos e Serviços de Estatística é uma empresa portuguesa que se dedica há quase 25 anos à realização de projetos de análise de dados em múltiplos setores de atividade e abrangendo diferentes processos de negócio. A sua área Research &amp; Insights especializou-se na produção de estudos comportamentais e na realização de projetos analíticos com elevado valor acrescentado para as áreas de marketing e estudos de mercado das empresas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Abertas as inscrições para o prémio Escolha do Consumidor Excellentia 2019!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 14:25:09 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[customer centric]]></category>
		<category><![CDATA[escolha do consumidor Excellentia]]></category>
		<category><![CDATA[excellentia 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão centrada no cliente]]></category>
		<category><![CDATA[prémio escolha do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Já ouviu falar do Prémio Escolha do Consumidor Excellentia? É um reconhecimento às marcas com uma estratégia "customer centric". Será que a sua marca está alinhada com o que o consumidor espera dela? Participe e seja um dos premiados.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já abriram as inscrições para o prémio Escolha do Consumidor Excellentia 2019! Este prémio gratifica o que de melhor existe no mercado ao nível da gestão orientada para o cliente, sendo que distingue quais as marcas/empresas que ocupam o 1º lugar de um ranking nacional sobre práticas de gestão centradas no cliente (Customer Centric).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a style="color: #00468a;" title="Leia o nosso artigo sobre Customer Centric." href="http://www.pse.pt/a-importancia-de-ser-customer-centric/" target="_blank">Leia o nosso artigo sobre Customer Centric</a></p>
<p><a title="Leia o nosso artigo &quot;O que é que os clientes esperam da sua empresa?&quot;" href="http://www.pse.pt/o-que-e-que-os-clientes-esperam-da-sua-empresa/" target="_blank">Leia o nosso artigo &#8220;O que é que os clientes esperam da sua empresa?&#8221;</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <em>Excellentia Customer Centricity Management</em> é um modelo de avaliação completo que complementa a oferta Escolha do Consumidor. É composto por três grandes dimensões de qualidade:</p>
<ul>
<li><em>Qualidade Percecionada,</em> que consiste na forma como o cliente perceciona/interpreta a qualidade do serviço/atendimento que lhe é prestado pelas marcas que consome (atual modelo de avaliação da Escolha do Consumidor);</li>
<li><em>Qualidade Sentida</em>, representada pela imagem que a marca e respetiva empresa que a representa tem de si própria, relativamente a motivações e aplicação de práticas de gestão orientadas para o cliente;</li>
<li><em>Qualidade Emergente</em>, que corresponde à classificação real obtida pela marca, cujo resultado emerge de um comparativo entre a autoavaliação que a empresa faz a respeito da postura Customer Centric que acha que exerce (qualidade sentida pelos gestores de produto/marca) e a perceção do cliente acerca do valor que sente ter para essa marca (qualidade percecionada).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A marca que obtiver a média mais elevada (entre a Qualidade Percecionada e a Qualidade Sentida) em cada categoria de produto ou serviço avaliado será reconhecida com o prémio <span style="font-weight: bold;">Escolha do Consumidor Excellentia</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta avaliação resulta de uma parceria entre a PSE e a ConsumerChoice onde a PSE é responsável pela operacionalização de toda a componente técnica e analítica afeta à avaliação das novas dimensões do modelo Excellentia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este prémio permite conhecer simultaneamente a perceção de quem escolhe (consumidor) e de quem é escolhido (marcas e respetivas empresas que as representam), proporcionando uma leitura de resultados completa, bem como uma competição saudável entre marcas que concorrem numa mesma categoria, sempre com o objetivo final de melhorarem continuamente os seus processos e cultura Customer Centric.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se tem as caraterísticas necessárias para ser a próxima marca de Excellentia, contate-nos!</p>
<p><a style="color: #00468a;" href="mailto:zbarroso@pse.pt">zbarroso@pse.pt</a></p>
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		<item>
		<title>O que é que os clientes esperam da sua empresa?</title>
		<link>http://www.pse.pt/o-que-e-que-os-clientes-esperam-da-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 13:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[customer centric]]></category>
		<category><![CDATA[customer experience]]></category>
		<category><![CDATA[escolha do consumidor Excellentia]]></category>
		<category><![CDATA[Excellentia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão centrada no cliente]]></category>
		<category><![CDATA[prémio escolha do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Os conceitos "customer experience" e "customer centric" (por vezes confundidos e/ou utilizados de ânimo leve por algumas empresas) vieram ditar uma mudança nas organizações, sendo notória uma propensão crescente das empresas para o desenvolvimento de estratégias de aproximação aos seus clientes.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Junho de 2018</strong></p>
<p>Os conceitos &#8220;<em>customer experience</em>&#8221; e &#8220;<em>customer centric</em>&#8221; (por vezes confundidos e/ou utilizados de ânimo leve por algumas empresas) vieram ditar uma mudança nas organizações, sendo notória uma propensão crescente das empresas para o desenvolvimento de estratégias de aproximação aos seus clientes.</p>
<p>Nesta caminhada, existem 4 desafios principais com que todas as empresas se deparam, segundo Richard Sedley:</p>
<ol>
<li>Os clientes estão muito mais informados! Vivemos numa época em que existe mais e melhor informação, mais canais de comunicação e maior número de solicitações. A decisão de compra passa por múltiplos fatores e pode ser ponderada ou não.</li>
<li>Os clientes são mais exigentes! Nunca foi tão fácil trocar de fornecedor e de produto. Ao mesmo tempo que aumentou a necessidade de dispor de um serviço pós-venda de ótima qualidade, também apareceram novas formas de manifestar o descontentamento, amplificando-o.</li>
<li>Os clientes têm novos conselheiros! Existem novas formas de aconselhamento, ou melhor, de obter informação sobre determinado produto. As enciclopédias estão a ser substituídas pelo <em>Wikipédia</em>; os agentes de viagens pelos <em>Trip Advisors</em>; os gestores de conta pelos <em>Money Saving Expert</em>s …</li>
<li>Os clientes constituem novas comunidades! A procura de informação desperta a vontade de participar. Participar numa discussão através das comunidades sociais é hoje fácil e satisfaz-nos o desejo de emitir uma opinião, mesmo que seja contra qualquer convenção.</li>
</ol>
<p>São múltiplas as estratégias ao dispor das empresas para fazer face a estes desafios, mas o importante é saber que eles existem e transformá-los em oportunidades de valor para a sua empresa.</p>
<p>Aprofundar o conhecimento sobre o cliente, personalizar produtos, formas de atendimento e criar novas soluções são por isso partes de uma fórmula de centricidade que as próprias empresas devem aplicar não só ao cliente, mas também internamente, para que encontrem as motivações que as guiem no processo de entrega de experiências de <em>Excellentia</em>!</p>
<p>Lembre-se que ser uma empresa <em>customer centric</em> é muito mais do que oferecer ao mercado um bom produto ou serviço….</p>
<p>Você sabe o que os seus clientes esperam da sua empresa? Se sim, ótimo! Nesse caso, está na altura de se superar continuamente, pois só assim conseguirá ser a proposta de valor mais elevada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em style="color: #000000;">Zélia Barroso, Research &amp; Insights </em></p>
<p><a style="color: #00468a;" href="mailto:zbarroso@pse.pt">zbarroso@pse.pt</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A importância de ser Customer Centric</title>
		<link>http://www.pse.pt/a-importancia-de-ser-customer-centric/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 09:32:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[customer centric]]></category>
		<category><![CDATA[escolha do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[escolha do consumidor Excellentia]]></category>
		<category><![CDATA[proposta de valor]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba como oferecer a melhor proposta de valor aos seus clientes sendo Customer Centric.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: bold;">Junho de 2018</span></p>
<p>O valor de qualquer proposta é medido pelo cliente, pela avaliação que faz do benefício ou benefícios que estão associados à sua decisão de compra; do lado da empresa, esses benefícios devem ser diferenciadores face aos seus concorrentes e genuinamente valorizados pelos seus clientes.</p>
<p>Porém, este último critério muitas vezes não é cumprido porque as propostas de valor são criadas frequentemente a partir dos interesses da empresa e não centradas no cliente. Para evitar essa tendência, alguns <em>marketeers </em>propõem que se coloque sempre a questão: “Qual é o benefício do benefício?”.</p>
<p>Essa questão obriga a empresa a colocar-se no papel do cliente e a avaliar se o significado da proposta de valor que apresenta é assimilado pelo público-alvo. Um exemplo clássico é a utilização do termo “inovador” ou dos seus derivados, que é percecionado como positivo pelas duas partes – para os clientes, porque visualizam uma preocupação crescente em apresentar novidades, e para as empresas porque são “drivers” de maior receita e rentabilidade.</p>
<p>O desafio é que essa proposta de valor, para além de oferecer “soluções inovadoras”, deve também responder à questão: “o que o cliente ganhará com a sua aquisição?”</p>
<p>Oferecer algo de novo não contém por si só um benefício para o cliente! Para ser valioso tem de causar impacto, que pode traduzir-se numa redução de custo(s) para o cliente ou numa melhoria da sua produtividade, do seu posicionamento…. Nisto é que a proposta de valor se deve focar! É neste contexto de avaliação que a empresa deve em permanência:</p>
<ol>
<li>Conhecer o posicionamento de cada cliente na pirâmide de valor da empresa.</li>
<li>Envolver os seus clientes no processo de decisão a empresa, ouvindo-os e informando-os que a sua opinião conta.</li>
<li>Ter a capacidade de fazer a oferta certa no momento certo e pelo canal apropriado para cada cliente.</li>
</ol>
<p>Cada vez que um cliente interage com uma empresa, inevitavelmente compara essa experiência com a anterior. Se essa experiência for extraordinária, terá um impacto nas que lhe sucederem, podendo tornar-se um padrão/ objetivo constante a manter, o que exige uma dedicação igualmente persistente e atenta por parte da organização.</p>
<p>Assumir que a concorrência deixou de ditar as regras e que os clientes são quem mais ordena exige perícia de gestão e visão, porque o que está em causa não é só driblar a concorrência, mas sobretudo gerir as expectativas dos clientes.</p>
<p>As empresas com uma postura verdadeiramente <em>Customer Centric</em> seguem uma abordagem <em>outside in</em> &#8211; olham de fora para dentro. E a sua empresa, como está a olhar para o mercado?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #444444;">Zélia Barroso, Research &amp; Insights </span></p>
<p><a style="color: #00468a;" href="mailto:zbarroso@pse.pt">zbarroso@pse.pt</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Análise ao tráfego revela impacto do Festival Eurovisão da Canção na mobilidade</title>
		<link>http://www.pse.pt/analise-ao-trafego-revela-impacto-do-festival-eurovisao-da-cancao-na-mobilidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2018 14:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[expo]]></category>
		<category><![CDATA[festival da canção]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[parque das nações]]></category>

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		<description><![CDATA[Final do Festival levou mais 5.039 veículos por hora ao Parque das Nações, entre as 20h00 e as 24h00.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3></h3>
<h3></h3>
<h3><strong>Final do Festival levou mais 5.039 veículos por hora ao Parque das Nações, entre as 20h00 e as 24h00 </strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lisboa, 16 de maio de 2018 &#8211; </strong>No Festival Eurovisão da Canção houve música, dança, animação e houve sobretudo muita gente, de dentro e fora, entusiastas e fãs que não quiseram perder o evento, realizado pela primeira vez no nosso país. Um espetáculo que, para além da projeção e visibilidade mediática, criou uma nova centralidade na cidade. Motivos suficientes para levarem a PSE – Produtos e Serviços de Estatística a tentar responder a uma questão: qual o impacto deste espetáculo na mobilidade na zona do Parque das Nações?</p>
<p>Na semana que antecedeu o Festival, o Parque das Nações teve um tráfego médio diário de cerca de 150 mil veículos. E não, isso não mudou. O que foi diferente, olhando para toda a semana do Festival, foi a distribuição de tráfego ao longo do dia. E se, entre as 9h00 e as 14h00, o tráfego médio diário não variou face à semana anterior, já entre as 14h00 e as 20h00, a altura tipicamente de maior tráfego no Parque das Nações, acabou por diminuir, em média, 21%. Foi pela noite dentro que se deu o esperado aumento: entre as 20h00 e as 24h00, subiu em média, por dia, 55% face à semana anterior.</p>
<p>No entanto, para perceber os impactos efetivos, é preciso salientar que este aumento médio se ficou a dever apenas aos dias em que houve transmissão ao vivo, três no total. De facto, foi nas datas das semifinais e da final que o Festival teve impacto na mobilidade no Parque das Nações. No horário das 20h00 às 24h00, o tráfego automóvel aumentou 106% no dia da 1ª Semifinal (mais 5.619 veículos por hora), 80% no dia da 2ª Semifinal (mais 5.356 veículos por hora) e 85% no dia da Grande Final (mais 5.039 veículos por hora, ou mais 20.155 veículos neste período horário).</p>
<p>Em média, os espetáculos ao vivo tiveram como reflexo um aumento do tráfego em cerca de 90% no Parque das Nações, quase o dobro da semana anterior. E foi na semifinal de quinta-feira, dia 10, que se deu o maior fluxo de tráfego, tendo sido registados 48.263 veículos no período das 20h00 às 24h00 (mais 21.400 que na semana anterior em igual horário).</p>
<p>A análise da PSE não se fica por aqui. A empresa quis perceber também qual o impacto nos acessos ao Parque das Nações. E verificou que, no período das 20h00 às 24h00 e nos dias com os espetáculos ao vivo, também se sentiram impactos relevantes. De facto, nos acessos a Norte, houve aumentos de tráfego na Via do Oriente (mais 111%) e no IC2 (mais 102%); nos acessos Centrais, na Avenida da Boa Esperança, Moscavide (110%), na Av. de Berlim (66%) e Av de Pádua (120%) e nos acessos a Sul, na Rotunda da Expo 98 (160%).</p>
<p>Como vias estruturantes, há ainda a sublinhar que os troços da Avenida Infante D. Henrique (98%), da Av. Marechal Gomes da Costa (170%) e da Ponte Vasco da Gama (63%), que se encontram na freguesia do Parque das Nações, sentiram igualmente um aumento de tráfego automóvel neste período. Já dentro do coração do Parque das Nações, também as duas principais vias, a Av. D. João II (75%) e a Alameda dos Oceanos (95%) tiveram um aumento significativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais tráfego, mesma fluidez</strong></p>
<p>Apesar de tudo isto, pode concluir-se que a organização foi eficaz. Uma vez que o Parque das Nações tem maior procura de tráfego durante o dia do que no período dos espetáculos ao vivo, mesmo com o aumento de procura durante o Festival este período ficou aquém do tráfego máximo do Parque das Nações noutras horas do dia. O que significa que o aumento de tráfego nos espetáculos ao vivo não se refletiu de forma significativa na fluidez do trânsito.</p>
<p>Comparando com igual período da semana anterior, durante os três espetáculos ao vivo:</p>
<p>-        o tempo médio de deslocação aumentou 13% no Parque das Nações;</p>
<p>-        a velocidade média diminuiu 5% (para 34 Km/h);</p>
<p>-        a Avenida D. João II foi a via que viu os tempos de deslocação aumentarem mais (dos 7 minutos que demorariam na semana anterior, os automobilistas tiveram de gastar mais 1 minuto para percorrer toda a avenida nos dias dos espetáculos ao vivo).</p>
<p>Por isso, perante o aumento de procura nos dias dos espetáculos ao vivo no Festival da Canção, o impacto reduzido na fluidez do trânsito mostra, também aqui o sucesso da organização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <a href="http://www.pse.pt/">PSE – Produtos e Serviços de Estatística</a>, é uma empresa portuguesa que se dedica há quase 25 anos à área analítica e big data em várias áreas de negócio. É especialista na realização de projetos em que a análise de dados acrescenta valor ao negócio em qualquer dos processos organizacionais como, por exemplo, marketing, vendas, gestão de clientes, deteção de fraude, avaliação do risco, otimização de compras e otimização de recursos. Tem uma oferta específica para a área da mobilidade e do digital pela inclusão na sua oferta dados sobre tráfego automóvel e sobre comportamentos na utilização das redes sociais.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>PSE “ouviu” a conversa dos Portugueses com mais de 360 Empresas durante um ano inteiro</title>
		<link>http://www.pse.pt/pse-ouviu-a-conversa-dos-portugueses-com-mais-de-360-empresas-durante-um-ano-inteiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 13:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Lisboa, 9 de Abril de 2018 Dada a relevância das redes sociais e do Facebook em particular na relação que as marcas e as empresas têm com o mercado, a PSE – Produtos e Serviços de Estatística acompanhou exaustivamente, ao longo do ano 2017, todas as publicações, interações, comentários e reações públicas nas páginas oficiais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lisboa, 9 de Abril de 2018 </strong></p>
<p>Dada a relevância das redes sociais e do Facebook em particular na relação que as marcas e as empresas têm com o mercado, a PSE – Produtos e Serviços de Estatística acompanhou exaustivamente, ao longo do ano 2017, todas as publicações, interações, comentários e reações públicas nas páginas oficiais de mais de 360 empresas nacionais de modo a criar um retrato do comportamental dos seguidores das marcas nesta rede social.</p>
<p>Foram estudados 8 setores de atividade (Automóvel, Banca, Media, Retalho, Saúde, Seguros, Transportes e Turismo), 367 páginas de empresas e os comentários e interações de mais de 670 mil seguidores. O estudo permite <strong>conhecer as <em>personas</em> digitais</strong> e os seus <strong>comportamentos</strong> quando estes se relacionam com as marcas no facebook, compreender as principais diferenças sectoriais e entre empresas, e constitui um instrumento fundamental de <strong><em>benchmarking</em></strong> entre as empresas e de definição de <strong>estratégia de comunicação</strong> para os públicos-alvo.</p>
<p>A segmentação comportamental e a comparação entre setores e empresas permite saber como interagem os consumidores, o que motiva maior envolvimento, o que promove maior influência, ou que intimidade e sentimento tem o mercado na sua relação com as marcas.</p>
<p>Neste estudo estratégico que será <strong>divulgado ao mercado até ao final do 1º semestre de 2018</strong>, destaca-se o facto das empresas revelarem ainda alguma prudência na utilização do canal Facebook na sua relação com os seus mercados-alvo. Tal não deve estar dissociado do facto de <strong>1 em cada 5 comentários dos portugueses revelar um sentimento negativo</strong>, existindo todavia uma grande heterogeneidade tanto entre sectores, como entre empresas de um mesmo sector.</p>
<p>Neste campo, destaca-se o sector da <strong>Saúde como o campeão do sentimento positivo</strong>, e em oposição, <strong>Media, Retalho e Transportes como os sectores mais criticados negativamente</strong> pelos portugueses.</p>
<p>As marcas têm estratégias de comunicação e posicionamentos diferentes no facebook. Isso reflecte sentimentos distintos no mercado. O estudo mostra as motivações, as estratégias e os comportamentos que fazem com que, por exemplo, a <strong>Renault, o BPI, o Pingo Doce e a Fidelidade contrastem com a Mitsubishi, o Novo Banco, a Staples ou a Logo como as marcas mais positivas e mais negativas respetivamente</strong> em cada um dos sectores.</p>
<p>Apesar da <strong>Saúde</strong> ser o campeão em termos gerais, <strong>existe uma clara diferença entre a relação positiva nas páginas dos seviços públicos</strong>, e numa <strong>relação mais negativa com os serviços de gestão privada</strong>, nomeadamente com a CUF, o Hospital Beatriz Ângelo e os Lusíadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo mostra que os os <strong>portugueses estão sempre ligados</strong> (cerca de 40% das interacções são mesmo durante o horário de trabalho), e que o Facebook é na realidade um canal preferencial para terem acesso a contéudos de Media, sendo este o sector que de longe maior interacção e influência apresenta em termos absolutos. Já em termos relativos, são a Banca e os Seguros os setores onde os comentários dos seguidores receberam, em média, maior número de reações tendo capacidade de atingir maiores audiências e um maior alcance.Em oposição, o setor do retalho é o que menores reações promove.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>As <em>personas</em> digitais dos portugueses têm motivações e comportamentos diferentes na sua relação com as marcas. Se por um lado <strong>quanto maior a quantidade de queixas, maior a propensão a partilhar</strong> (como é o caso dos Transportes), por outro, as marcas que mais usam o Facebook como canal de apoio ao cliente e numa perspectiva informativa, melhor empatia, sentimento e envolvimento criam com o público-alvo (como é o caso da Saúde).</p>
<p>Todo o estudo foi desenvolvido a partir da recolha de toda a informação pública das interacções das marcas com os seus seguidores nas páginas oficiais de facebook de 1 de Janeiro até 31 de Dezembro de 2017, não tendo sido recolhida qualquer informação de natureza pessoal ou de comunicações pessoais, isto é, privadas ou não-públicas.</p>
<p>A <a href="http://www.pse.pt/">PSE – Produtos e Serviços de Estatística</a>, é uma empresa portuguesa que se dedica há quase 25 anos à área analítica e big data em várias áreas de negócio. Em 2017 A PSE destacou-se pela realização da 1.ª edição do estudo “Retrato Digital das PME Portuguesas” em parceria com o IAPMEI.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criação de Clusters e Perfis de Clientes</title>
		<link>http://www.pse.pt/criacao-de-clusters-e-perfis-de-clientes/</link>
		<comments>http://www.pse.pt/criacao-de-clusters-e-perfis-de-clientes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2018 10:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Case Studies]]></category>
		<category><![CDATA[data mining]]></category>
		<category><![CDATA[deteção de associações]]></category>
		<category><![CDATA[deteção de padrões]]></category>
		<category><![CDATA[IBM SPSS Modeler]]></category>
		<category><![CDATA[Modeler]]></category>
		<category><![CDATA[modelos de classificação]]></category>
		<category><![CDATA[modelos preditivos]]></category>
		<category><![CDATA[segmentação]]></category>
		<category><![CDATA[Simulação]]></category>
		<category><![CDATA[text mining]]></category>

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		<description><![CDATA[Avis Europe: Como direcionar a oferta de acordo com o perfil do cliente? ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desafio</strong></p>
<p>A Avis Europe, líder no setor <em>rent-a-car</em>, deparou-se com a seguinte situação: como direcionar a oferta de acordo com o perfil do cliente? Com mais de 18 milhões de <em>emails</em> por ano sentiu que deveria segmentar melhor os clientes e as ofertas de modo a que cada um recebesse apenas a informação que fosse relevante para si. Desta forma conseguiria manter os seus pilares estratégicos: liderança da marca, diferenciação de serviços e relação custo-eficácia.</p>
<p><strong>Estratégia</strong></p>
<p>Para concretizar o objetivo definido a AVIS Europe adquiriu o <em>Software </em>de<em> Data Mining IBM SPSS Modeler</em> juntamente com serviços de formação e apoio técnico. Este foi usado para criar <em>clusters</em> e perfis de clientes através de um conjunto alargado de técnicas preditivas que revelam as associações e as tendências presentes nos dados disponíveis, transformando os dados em conhecimento. Com a ferramenta de análise preditiva já pode segmentar os clientes e com as campanhas de <em>emailing</em> envia a cada <em>cluster</em> informação diferente e relevante de acordo com o seu perfil previamente definido.</p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<p>Os principais resultados deste projeto foram:</p>
<ul>
<li>Custos de<em> emailing</em> reduzidos em 42% ao fim de um ano;</li>
<li>Maior assertividade nas campanhas de email marketing pela utilização de mensagens personalizadas;</li>
<li>Maior conhecimento do cliente com impacto direto na sua lealdade à marca.</li>
</ul>
<p><em>“The Customer Segmentation project allows us to keep in touch with our large database using cost-effective email, but with all the benefits of a one-to-one relationship because we now have a clearly defined picture of each customer” &#8211; </em>Chris Parker, Direct Analytics Specialist, Avis Europe</p>
<p><strong>Para mais informações sobre esta solução</strong></p>
<p><a href="mailto:spssinfo@pse.pt">spssinfo@pse.pt</a></p>
<p><a href="http://www.pse.pt/wp-content/uploads/2018/03/61.jpg"><img class="aligncenter wp-image-1910" src="http://www.pse.pt/wp-content/uploads/2018/03/61-1024x682.jpg" alt="61" width="600" height="400" /></a></p>
<pre><em>Nota: Este projeto foi desenvolvido pela IBM Corporation. IBM e SPSS são marcas registadas da IBM Corporation. A PSE-Produtos e Serviços de Estatística, Lda distribui esta informação na qualidade de parceiro de negócios IBM.</em></pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Discover the road to success…</title>
		<link>http://www.pse.pt/discover-the-road-to-sucess/</link>
		<comments>http://www.pse.pt/discover-the-road-to-sucess/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 15:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Case Studies]]></category>
		<category><![CDATA[análise preditiva]]></category>
		<category><![CDATA[aumento vendas]]></category>
		<category><![CDATA[determinação da procura]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[mobility]]></category>
		<category><![CDATA[novas localizações]]></category>
		<category><![CDATA[previsão]]></category>
		<category><![CDATA[previsão espácio-temporal]]></category>
		<category><![CDATA[satisfação do cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto de avaliação da rede de uma empresa no setor dos transportes urbanos coletivos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desafio</strong></p>
<p>No final do ano 2017 a PSE desenvolveu um projeto de avaliação da rede de uma empresa no setor dos transportes urbanos coletivos tendo como objetivo compará-la com a distribuição da população e dos pontos interesses no território e fazer recomendações sobre trajetos e frequência das carreiras. Foram abrangidos neste estudo três municípios da área metropolitana de Lisboa.</p>
<p><strong>Estratégia</strong></p>
<p>Utilizando dados de tráfego automóvel TomTom (caraterísticas das vias, <em>travel times</em>), caraterização e perfis sociodemográficos, contexto espacial, dados NAVTEC (pontos de interesse), trajetos e frequência das carreiras, desenvolvemos um modelo preditivo que estimou a procura potencial em toda a rede viária.</p>
<p>Este modelo foi desenvolvido tendo em atenção duas variáveis significativas para os objetivos do estudo &#8211; Tráfego e População Residente até 500 metros.</p>
<p><a href="http://www.pse.pt/wp-content/uploads/2018/03/imagem_mapa_transportes.jpg"><img class="aligncenter wp-image-1897 size-medium" src="http://www.pse.pt/wp-content/uploads/2018/03/imagem_mapa_transportes-300x230.jpg" alt="imagem_mapa_transportes" width="300" height="230" /></a></p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<p>Os principais resultados obtidos com este estudo incluem:</p>
<ul>
<li>Identificação das variáveis-chave para determinação da procura;</li>
<li>Previsão da procura para diferentes e novas localizações;</li>
<li>Identificação de oportunidades de melhoria dos trajetos atuais;</li>
<li>Desenho de trajetos para maximização da cobertura da procura de mobilidade;</li>
<li>Otimização da Frequência.</li>
</ul>
<p><strong>Responsável do projeto:</strong></p>
<p>Unidade de Consultoria e Serviços Profissionais (C&amp;PS)</p>
<p><a href="mailto:transformbyanalytics@pse.pt">transformbyanalytics@pse.pt</a></p>
<p><script>
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		<title>Otimização de força de vendas</title>
		<link>http://www.pse.pt/mobilidade-como-fator-de-sucesso-na-otimizacao-da-forca-de-vendas/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2018 16:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Case Studies]]></category>
		<category><![CDATA[análise preditiva]]></category>
		<category><![CDATA[aumento vendas]]></category>
		<category><![CDATA[captação de valor]]></category>
		<category><![CDATA[Geomarketing]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[mobility]]></category>
		<category><![CDATA[otimização força de vendas]]></category>
		<category><![CDATA[previsão]]></category>
		<category><![CDATA[previsão espácio-temporal]]></category>

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		<description><![CDATA[No quarto trimestre de 2017 a PSE desenvolveu um projeto de geomarketing para uma multinacional no setor do grande consumo.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desafio</strong></p>
<p>No quarto trimestre de 2017 a PSE desenvolveu um projeto de <em>geomarketing</em> tendo como principal objetivo a otimização da força de vendas de uma multinacional no setor do grande consumo, com desejável impacto no aumento das vendas no território entre a região de Leiria e a península de Setúbal.</p>
<p><strong>Estratégia</strong></p>
<p>O desenvolvimento de modelos de previsão espácio-temporal e o Know-How dos nossos consultores permitiu que ao fim de poucos meses os resultados positivos já fossem evidentes. Revelámos ao nosso cliente que a <strong>mobilidade </strong>é a variável mais explicativa da venda e da determinação do mercado potencial, algo que não estava a ser considerado um fator de alta relevância.</p>
<p>Com esta informação foram desenvolvidos modelos preditivos para:</p>
<ul>
<li>Estimar o mercado potencial;</li>
<li>Segmentar o território em função do mercado potencial;</li>
<li>Otimizar a força de vendas nos territórios de interesse.</li>
</ul>
<p>O sucesso deste projeto só foi possível devido à informação que a PSE analisou detalhadamente e que, modelizados, levaram à criação de valor para o nosso cliente. Os dados utilizados foram os inframencionados:</p>
<ul>
<li>Dados de Mobilidade (Tráfego Histórico TomTom);</li>
<li>Caraterização e Perfis Sociodemográficos e Económicos;</li>
<li>Contexto Espacial (Pontos de Interesse e PoS);</li>
<li>Performance Histórica (Informação histórica de Vendas e de Ação Comercial);</li>
<li>Outros.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.pse.pt/wp-content/uploads/2018/03/mapa.png"><img class="aligncenter wp-image-1887 size-medium" src="http://www.pse.pt/wp-content/uploads/2018/03/mapa-300x248.png" alt="mapa" width="300" height="248" /></a></p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<p>Partilhamos alguns dos principais resultados obtidos com este estudo:</p>
<ul>
<li>Melhoria significativa no planeamento e coordenação da força de vendas no território com 80% das ações a serem desenvolvidas nas zonas recomendadas;</li>
<li>Aumento de 70% do volume de vendas face ao trimestre anterior;</li>
<li>Vendas 2x superiores às do trimestre homólogo do ano anterior.</li>
</ul>
<p><strong>Responsável do projeto</strong></p>
<p>Unidade de Consultoria e Serviços Profissionais (C&amp;PS)</p>
<p><a href="mailto:transformbyanalytics@pse.pt">transformbyanalytics@pse.pt</a></p>
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		<title>Maturidade social, a atitude construída através da experiência!</title>
		<link>http://www.pse.pt/maturidade-social-a-atitude-construida-atraves-da-experiencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Feb 2018 17:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com um estudo conduzido pelo MIT Center for Digital Business sabe-se que as empresas que são bem sucedidas em transformar o seu negócio através da utilização dos meios digitais, demonstram ter uma performance financeira superior do que os seus pares.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>À medida que as empresas fazem investimentos significativos para acompanhar a explosão de meios e canais de comunicação, é cada vez mais importante medir o progresso e o impacto dos esforços na área digital para ter a certeza de que os mesmos estão intimamente ligados a objetivos de negócio e a performance organizacional.</p>
<p>De acordo com um estudo conduzido pelo MIT Center for Digital Business sabe-se que as empresas que são bem sucedidas em transformar o seu negócio através da utilização dos meios digitais, demonstram ter uma performance financeira superior do que os seus pares.</p>
<p>Qualquer empresa, independentemente do seu setor de atividade, pode beneficiar da transformação digital.</p>
<p><em>“Quanto maior o nível de maturidade digital de uma empresa, maior a probabilidade da sua performance financeira também o ser”.MIT PRESS </em></p>
<p>Contudo, apesar do potencial de transformação, poucas são as empresas que estão a alavancar a sua utilização e a beneficiar da proliferação dos meios digitais, correndo sérios riscos de ficar atrás dos seus concorrentes.</p>
<p>É fundamental posicionar uma empresa numa escala de maturidade que indique onde se encontra e qual o melhor caminho para potenciar a utilização dos meios sociais e digitais. Criar modelos que consigam aliar a perceção que as empresas têm sobre o que é social e digital e a análise dos <em>gaps</em> que existem entre esta mesma perceção e os investimentos feitos na área.</p>
<p>Têm sido feitos esforços neste sentido, porém, a questão que muitos gestores fazem é a seguinte:</p>
<p><em>“Conheço a minha posição, e agora? Como faço para me movimentar e melhorar o meu posicionamento?”</em></p>
<p>A verdade é que as empresas podem desenvolver a sua experiência no digital de várias formas &#8211; umas são pioneiras e outras têm uma visão concreta do que pretendem alcançar e criam sistemas para suportar as suas ações posteriormente.</p>
<p>Porém, num cenário altamente veloz e competitivo como é atualmente o nosso “fazer bem” não basta! É necessário também “fazer as coisas certas”!</p>
<p>Não basta apenas ter os meios e recursos tecnológicos, é necessário ter uma estratégia.</p>
<p>O diferencial competitivo reside numa estratégia baseada no conhecimento; na capacidade de gerar impacto real no negócio; na identificação e exploração de novas oportunidades e modelos, promovendo a liderança através da excelência.</p>
<p>E uma estratégia digital baseada no conhecimento, é uma estratégia que tem como foco:</p>
<ul>
<li>O Valor &#8211; Gerar impacto real no negócio</li>
<li>A Inovação &#8211; Identificar e explorar novas oportunidades de negócio, novos produtos e novos modelos de negócio</li>
<li>A Liderança &#8211; Promover a diferenciação e obter vantagens competitivas</li>
</ul>
<p>Identificar os objetivos de negócios que são críticos e a forma como o social e digital contribuem para os mesmos é absolutamente fundamental.</p>
<p>É necessário fazer passar a mensagem certa, para o cliente certo e através do meio de comunicação mais apropriado às suas caraterísticas e comportamentos.</p>
<p>E com o mundo digital surgem novas demografias, novas personalidades digitais. É preciso conhecê-las! É preciso PERCEBER!</p>
<p>Compreender a experiência holística do cliente, de forma a envolver e converter os clientes certos e para que a mensagem da sua empresa seja propagada pela esfera social.</p>
<p>O primeiro grande desafio que a maioria das empresas enfrentam não é a transformação tecnológica mas antes a transformação e alteração do paradigma cultural, incluindo as barreiras que podem estar envolvidas na transformação digital.</p>
<p>Poucas são as empresas que hoje têm um nível de maturidade proficiente nas suas atividades sociais e digitais. E, para o alcançar, não é necessário ter um orçamento quase ilimitado para o digital e ter à disposição o que está na vanguarda tecnológica. É necessário saber andar antes de começar a correr!</p>
<p>A Maturidade Social e Digital não se compra ou adquire. Percorre-se! Cria-se! Constrói-se!</p>
<p>Se o objetivo é caminhar para um nível de proficiência social, é necessário implementar uma estratégia de maturidade progressiva e dinâmica, com um roadmap que identifique passo a passo as ações que são necessárias tomar (os modelos analíticos e os kpis que são necessários ativar e otimizar), de forma a melhorar a experiência do Cliente, do Parceiro, do Utilizador, das Comunidades e de toda a esfera social e digital.</p>
<p>A transformação social e digital necessita de ser clara, concreta e objetiva de forma a galvanizar toda a organização. Uma das formas mais viáveis de o fazer é materializar de forma efetiva o impacto do investimento no negócio.</p>
<p>Em qualquer negócio, o objetivo final é sempre gerar valor e a área social e digital, fazendo parte do mesmo, tem de seguir os mesmos princípios de gestão – criar e aumentar valor.</p>
<p>Como George Westerman (MIT) refere: <em>&#8220;It&#8217;s not just how much you do digitally but how well you lead transformation</em>”</p>
<p>É nesta capacidade de transformação que reside a chave para o sucesso das empresas que necessitam de se posicionar no meio social e digital &#8211; a capacidade de transformação através do conhecimento!</p>
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